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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Remando no Paranapanema em Pirajú

Piraju - Seu nome significa peixe amarelo, o dourado que abundava no rio Paranapanema. Pira= peixe, Yu=dourado. Dados concretos apontam a ocupação da cidade em 1859. O local era conhecido como Tijuco Preto, que na língua tupi-guarani quer dizer caminho de entrada. Em 1871, foi criada a Freguesia São Sebastião do Tijuco Preto, pertencendo ao município de São João Batista do Rio Verde (atual Itaporanga), sendo mais tarde elevada a vila com a mesma denominação em 1880. Em 1891, recebeu a denominação Piraju e somente em 2002 recebeu o status de estância turística.


Rio Paranapanema

O rio Paranapanema tem 929 km de extensão, sendo 90,6 km cortando o município da Estância de Piraju. O rio de águas limpas, banhando a região sudeste do Estado de São Paulo, é rico em peixes, ainda que sua fauna tenha sido comprometida pelas barragens de hidrelétricas construídas em vários pontos de seu leito. Nasce na serra de Paranapiacaba (região Sul do Estado) e segue na direção oeste, até desembocar no rio Paraná, em Porto São José, na divisa de São Paulo, Paraná e Mato-Grosso do Sul. É navegável em mais de 80 km. Além das 10 usinas hidrelétricas, o rio abriga em seu leito sítios arqueológicos indígenas com até 8 mil anos, ruínas de missões jesuíticas do século XVIII, além de áreas de preservação ambiental e relíquias da arquitetura histórica. É considerado o único rio de grande porte não poluído do Estado de São Paulo. Em Piraju, existe o maior trecho natural do rio Paranapanema, cerca de 8 km, tombado em 2002 e localizado entre a foz do ribeirão Hungria e a do ribeirão das Araras.
  

Represas

O município de Piraju tem impacto de quatro grandes represas, formadas pelas usinas hidrelétricas de Chavantes (Duke Energy), Paranapanema (Votorantim Energia), CBA (Votorantim Energia) e Jurumirim (Duke Energy). A usina Paranapanema está localizada dentro dos limites urbanos, unindo a cidade-sede Piraju a um de seus distritos (Tibiriçá do Paranapanema).

  
Cachoeiras

As principais cachoeiras são a cascata do Cisne (queda d’água com 15 m), do ribeirão Neblina, do Palmital e a cascata do Salto do Dr. Simão. Além destas, existem as cachoeiras Castelo e a Arco-Íris, localizadas na fazenda Capitão Mourão, distante 4 km da cidade


Praia de água doce

Prainha:
Localizada na represa de Jurumirim, distante 16 km da cidade (rodovia SP-261), possui área para camping, churrasqueira e pesca.

Ilha da Pedrinha:
Próxima à Prainha, possui 3,4 ha, também localizada na represa de Jurumirim, propícia à natação, pesca e acampamento. É cercada por pedras exóticas.

 Ilhas
Diversas ilhas fazem parte da paisagem aquática local, com destaque para o ilha Caiwá, propícia a acampamentos ecológicos.


 Mirante

Mirante do Paranapanema: mirante localizado no Distrito de Tibiriçá, propiciando vista panorâmica da cidade, do rio Paranapanema e do Parque de Exposição Municipal (Fecapi).


Parques e áreas verdes

Parque do Dourado: área de lazer com 21 ha, localizado a 5 km da cidade, possuindo local apropriado para a prática de pesca e caminhada em trilhas ecológicas, além de quiosques com churrasqueiras e viveiro de mudas de árvores frutíferas e ornamentais.

Parque Fecapi:
Recinto para exposição agroindustrial municipal, oferece vista panorâmica para o rio e para a usina hidrelétrica Paranapanema. Possui estrutura para shows e feiras agropecuárias, além de restaurantes, pista para caminhadas, pista de skate e espaço para o trato de animais (equinos e bovinos).

Bosque das Jabuticabeiras:
Área tombada em 1996, localizado próximo à ponte/barragem da usina Paranapanema.

Floresta Estadual de Piraju:
Com 680 ha, a área possui mata nativa, lagos e várias espécies de animais, entre pássaros e macacos, com trilhas e plantação de eucalipto, além de alojamento e escola para práticas ambientais.


Áreas de preservação

A APA (Área de Proteção Ambiental) foi criada em 1983 e é dividida em três perímetros distintos:

Perímetro Corumbataí: com área de 272,7 ha, abrange terras dos municípios compreendendo entre Barra Bonita, São Carlos, Mineiros do Tietê e São Manuel.

Perímetro de Botucatu:
Com área de 218,3 ha, abrange as terras dos municípios próximos a Botucatu. Protege o aquífero Guarani, o maior reservatório de água doce do mundo, e a Serra de Botucatu, entre os rios Tietê e Paranapanema.

Perímetro Tejupá:
Com 158,8 ha, abrange as terras dos municípios de Tejupá, Piraju, Timburi, Sarutaiá, Fartura, Taguaí, Barão de Antonina, Itaporanga, Coronel Macedo e Taquarituba. Protege a Serra de Fartura e os recursos hídricos representados pelos rios Verde, Taquari e Paranapanema.


Arquitetura

Dentre vários prédios com histórica e bela estrutura arquitetônica, destacam-se:
Complexo da antiga Estação Ferroviária Sorocabana (FEPASA). A construção, inaugurada em 1908 e desativada em 1966, teve como responsável o arquiteto Ramos de Azevedo. O conjunto localiza-se no Distrito de Tibiriçá e foi tombado pelo Patrimônio Histórico, Artístico, Paisagístico e Cultura de Piraju.
Casa do General Ataliba Leonel: a residência do mais destacado político local está localizada na praça que também leva o seu nome. Estudos apontam que a obra talvez tenha sido assinada, também, pelo arquiteto Ramos de Azevedo.
  

 Museus

Museu do Centro Regional de Arqueologia Ambienta (Museu Arqueológico Mario Leme): pertencente ao Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP, possui acervo composto de artefatos e objetos indígenas e está localizado à rua 13 de Maio, 662.

Museu Histórico e Pedagógico Constantino Leman: com grande acervo documental, de vídeos e fotos sobre a história de Piraju, o museu está localizado à rua Washington Osório de Oliveira, 660, onde está também a Biblioteca Municipal Flamínio Ferreira.

Dica:
Ficamos no hotel Beira Rio -  http://hotelbeirario.tur.br/x/







sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Bons ventos... Pra quem curte Ilhabela...

Escola de Iatismo / Cursos / Charters


Inspiração...

Aventura é a síntese de um sonho de liberdade

Quando o comerciante Raimundo Nonato do Nascimento respondeu ao pedido de entrevista para esta reportagem ele estava em alto mar, a caminho da Austrália. Não conseguiríamos conversar por telefone, então nos falamos por e.mail, com sua internet operada via satélite. Nascimento tem 61 anos e começou a velejar há cerca de 30 anos na represa Guarapiranga,em São Paulo.“Fiz um curso rápido de vela em 1980. Em seguida, comprei um veleirinho de seis metros, no qual velejava nos finais de semana. Sempre tive uma ligação muito forte com a água”, diz.
Em março de 2011 ele saiu...

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

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Arraial do Cabo: você merece este passeio!

Fonte: BomBarco
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Foto: Divulgação
Não por menos, é considerada por muitos como o Cancun Brasileiro. Os tons de azul do oceano e sua transparência impressionam, assim como a beleza natural preservada. As paisagens são contempladas por lagoas, dunas, salinas e cactos dentro da vegetação de Mata Atlântica.
A cidade é tranquila e envolve grande preocupação na preservação de todas estas belezas naturais, seja por meio dos moradores, seja pelos turistas. A fauna marinha de Arraial é extremamente rica e quem passa por lá pode encontrar até pinguins e baleias. Para se apaixonar ainda mais por este lugar, só estando cara a cara com todo este presente da natureza!
Qual é a melhor época para ir?
Como as temperaturas costumam ser agradáveis durante todo o ano, as chuvas são os únicos obstáculos a se evitar. Para fugir delas, a melhor época para velejar em Arraial é no Outono, após as férias escolares. Outra opção para um mês mais quente é fevereiro.
Agora é só começar a programar as próximas férias! ;)

Saudades de Angra...

Dicas pra quem quer navegar por lá...

Os cinco melhores pontos do litoral do Rio de Janeiro para você navegar
Fonte: bombarco.com.br

Depois de São Paulo, chegou a vez do belo litoral carioca. Confira as dicas do Bombarco com os melhores pontos para você navegar pelas águas cariocas!
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Crédito: Divulgação

Ilha do Cedro - Paraty

Paraty tem diversos pontos interessantes, mas para quem prefere navegar para longe da agitação e aproveitar uma praia paradisíaca a cerca de 45 minutos da cidade, no caminho para Angra, a Ilha do Cedro é uma excelente pedida.
Com uma praia voltada para o continente e outra protegida por uma ilhota, a Ilha do Cedro é um bom lugar para jogar a âncora e aproveitar o dia ou a noite, pois o lugar é abrigado.
Coordenadas: 23º 04′10” Sul | 44º 38′ 20” Oeste

Lagoa Azul – Ilha Grande – Angra dos Reis

Quem costuma navegar por Angra dos Reis com certeza já passou lá, mas vale a pena repetir a dica, pois a Lagoa  Azul faz jus ao nome cinematográfico e as águas claras são impressionantes. Muito visitada, é um bom ponto para encontrar os amigos lancheiros.
Coordenadas: 23°05’2″Sul | 44°14’18″ Oeste

Praia do Cachadaço – Ilha Grande – Angra dos Reis

A pequena praia do lado de fora da Ilha Grande é bem escondida e protegida por dois costões, ideal para fugir dos pontos mais agitados da ilha. Mas é mais indicada para quem tem lanchas aptas para navegar com o mar agitado.
Coordenadas: 23°10’28″ Sul | 44°09’48″ Oeste

Praia do Amor – Saco do Céu – Ilha Grande – Angra dos Reis

Angra dos Reis - para quem estiver procurando um clima de romance, não tem lugar como  a Praia do Amor, no Saco do céu. O destaque do lugar é a beleza durante a noite: as águas calmas refletem as estrelas criando um visual encantador. Ideal para um passeio a dois!
Coordenadas: 23°06′ 32,40″Sul | 44°12’43,20″ Oeste

Praia do Dentista – Ilha da Gipóia – Angra dos Reis

Angra dos Reis - quem gosta de festa não pode deixar de atracar na Praia dos dentistas na Ilha da Gipóia, a segunda maior de Angra. O lugar tem até dois bares flutuantes que entregam, por meio de canoas, os pedidos dos lancheiros.
Coordenadas: 23°03’54″ Sul | 44°21’19″ Oeste


Pra pensar...